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segunda-feira, 11 de julho de 2016

CTC INFORMA

A linguagem corporal de sua loja 
os 5 sentidos no varejo
O que uma loja pode comunicar ao cliente?
Coisas obvias como utilizar uma boa iluminação são negligenciadas pelos gerentes de lojas e empresários míopes-comerciais. O tempo todo, em todas as cidades, vemos lojas escuras. Mas isso é só um detalhe, apesar de ter peso considerável na percepção do cliente. A verdade é que utilizamos os 5 SENTIDOS para perceber as coisas. Lojistas e vendedores devem estar atentos à isso.
Visão
Podemos pensar que uma loja está falindo e não nos dará boas garantias, ou até mesmo que ela só vende produtos ruins, apenas observando seu aspecto. Pesquisas de neuromarketing confirmam, por exemplo, que a altura do pé-direito de uma loja afeta o inconsciente do cliente. Tetos de lojas que medem mais ou menos de 2,4 metros de altura tem um impacto significante no comportamento do consumidor. Como? Tetos maiores que 2,4 metros deixam as pessoas inconscientemente mais livres e distraídas, como nos supermercados, por exemplo. Tetos que medem menos de 2,4 metros deixam as pessoas mais detalhistas e alertas, como em joalherias por exemplo, onde tanto os consumidores quanto os vendedores têm que estar em estado de alerta com detalhes e minúcias.

Audição
As lojas são uma fonte inesgotável de sons que nos influenciam sem que percebamos. Se até algumas marcas fazem questão de criar um saquinho de salgadinho que tenha um barulho único ao ser aberto e manuseado, imagine o que uma loja pode fazer. Há técnicas comprovadas de se tocar músicas em lojas de modo a obter resultados. Em dias de pouco fluxo de clientes pela loja, tocar músicas calmas deixam as pessoas mais relaxadas e à vontade para ficar mais tempo na loja e isso pode aumentar as vendas em dias de menos movimento.

Olfato
Alguns supermercados do norte europeu, em horários específicos, soltam pelos dutos de ventilação do ambiente cheiro de pão assadinho na hora, fresquinho. Isso dá um up nas vendas imediato porque estimula o apetite! E alguém já deve ter lhe dito “não vá ao supermercado com fome!”.  

Tato
Algumas lojas de roupas de sucesso deixam as roupas levemente bagunçadas de propósito. A ideia é “Não fique aí olhando. Toque, pegue, sinta, vista… e compre!”. Vimos em nosso material aqui no SEBRAE que no auge do Império Romano, vários mercadores do Oriente incentivavam seus clientes a tocarem os tapetes, etc. Não haviam estudos científicos aquela época sobre isso, mas já se percebia que dava resultado.

Paladar
Ofertar comidinhas especiais é bom. Um café diferente, um chá especial, etc. Estudos feitos nas Universidade de Miami e Universidade da Flórida, mostraram que o chocolate pode fazer o consumidor comprar itens caros ou de luxo. O chocolate libera a feniletilamina, a “droga do amor” que nos dá sensação similar àquela quando estamos apaixonados.

Essas e outras são maneiras de inspirar para inovar numa loja pensando no cliente, e claro, conquistando a fidelização e lucratividade como consequências naturais.
Fonte: http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/a-linguagem-corporal-de-sua-loja-os-5-sentidos-no-varejo

segunda-feira, 4 de julho de 2016

CTC INFORMA

                                                                                                                                                                                           
O Ministério da Saúde divulgou que um em cada quatro brasileiros é diagnosticado com hipertensão. Apesar de ser considerado alto, o índice tem se mantido estável, de acordo com dados da pesquisa Vigitel 2015. No ano passado, a doença afetava 24,9% da população, sendo que, em 2014, esse percentual foi de 24,8%. A doença atinge mais as mulheres e o número de casos cresce conforme aumenta a idade da população.

Entre as cidades pesquisadas, o Rio de Janeiro apresenta o maior número de hipertensos, com 30,6% da população.
De acordo com a pesquisa, grande parte dos brasileiros não acredita que consome muito sal. Apenas 14,9% da população consideram seu consumo de sal alto ou muito alto, entretanto mais de 70% consomem sódio em excesso.

Segundo o Ministério da Saúde, o brasileiro consome uma média de 12 gramas de sódio todos os dias. O valor é quase o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde, de menos de 5 gramas por dia. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou, entretanto, que 75% do consumo de sódio no País estão associados à quantidade de sal adicionado pelos consumidores na preparação e no consumo dos alimentos. Segundo o ministério, o consumo excessivo de sódio é fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, que atualmente respondem por 72% das mortes no Brasil, como hipertensão, obesidade, osteoporose e problemas renais