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segunda-feira, 6 de junho de 2016

CTC INFORMA

Estrias na Gestação 
 Saiba como orientar as consumidoras no PDV
“As estrias representam uma importante preocupação estética para as mulheres grávidas. Elas podem ocorrer em até 90% das gestantes e costumam acontecer mais por volta de 24ª semana de gravidez. São muitas as razões para que elas surjam durante a gestação e nem todas são completamente claras. Acredita-se que elas ocorram pelas mudanças na elasticidade da pele durante o desenvolvimento do feto, sendo que o estiramento cutâneo leva à lesão de proteínas, como o colágeno, que compõem a pele. Comumente, elas ocorrem no abdômen, nos seios, nas coxas e no bumbum. Fatores genéticos e hormonais também podem influenciar o aparecimento de estrias”, informa o gerente médico da Consumer Health da Bayer, Dr. Maurício Souza. 
Existem dois tipos: as vermelhas e as brancas. As vermelhas são as mais recentes e as brancas são as mais antigas e podem ser compreendidas como cicatrizes das estrias vermelhas. Geralmente, as estrias mais antigas se apresentam como uma linha depressível na pele. 
Existem inúmeros tratamentos para estrias. É possível melhorar a aparência da pele, mas é raro elas desaparecerem por total.
No Ponto de Venda
A gestante deve utilizar produtos para hidratação e prevenção de estrias desde os primeiros meses de gravidez para que a probabilidade de que tenha problema seja reduzida, pois uma vez instalado, é difícil a reversão do quadro. “Assim, é possível capturar clientes gestantes que vieram em busca de medicamentos para fazer indicação de produtos hidratantes para prevenção de estrias. Além disso, os bicos dos seios das mulheres que estão amamentando costumam rachar pela sucção do bebê. Assim, também existe a possibilidade de mostrar para essa cliente produtos para hidratação dos mamilos, principalmente antes de o bebê nascer para que ocorra a prevenção do problema”, alerta a farmacêutica especializada em marketing de varejo, Tatiana Ferrara.
Ela informa que, uma questão importantíssima é que gestantes não podem utilizar hidratantes que contenham ureia como princípio ativo, assim, produtos com este ativo não devem ser indicados. 
“Outro ponto é que, ao final da gestação, inicia-se uma fase mais intensa de produção de leite e que, por vezes, pode pingar, marcando a roupa. Para isso, podem ser apresentados os protetores de seios. Além disso, a gestante geralmente está ansiosa com a chegada do bebê e gosta de fazer compras de produtos para seu filho. Dessa forma, produtos cosméticos para bebês também podem ser apresentados para as futuras mães que irão adorar visitar a sessão infantil”, completa. 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

CTCINFORMA


Saber orientar o consumidor é fundamental
Muitas pessoas sentem incômodo estomacal ou sonolência ao tomar certos comprimidos. Devido a esses desagrados comuns, algumas indústrias farmacêuticas já estão estudando sobre a fórmula de liberação prolongada, também denominada fórmula de liberação por tempo. Trata-se de uma versão de medicamentos especialmente desenvolvida para transferir de forma gradativa o seu ingrediente ativo ao paciente com dose única. De tempos em tempos, o fármaco vai sendo liberado e absorvido pela corrente sanguínea, funcionando assim com efeito terapêutico.
Diferentemente dos medicamentos convencionais como comprimidos, as doses são únicas ou dependendo da gravidade da patologia dupla, o que elimina a necessidade de ingerir o medicamento diversas vezes por dia ou interrupção do tratamento por esquecimento.

Outras vantagens apontadas envolvem a menor variação no tempo de trânsito gastrointestinal, garantia de maior variabilidade no efeito terapêutico, menor incidência de efeitos colaterais decorridos de irritações ao longo do trato gastrointestinal, redução de sonolência e a diminuição do risco de superdosagem do fármaco e maior conveniência em relação à administração diurna ou noturna.

De acordo com o coordenador do trabalho de conclusão do curso sobre o tema, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Humberto Ferraz, para as indústrias farmacêuticas interessadas em aderir a esse mercado, já há diversas tecnologias disponíveis no Brasil. Basta adquirir os equipamentos necessários, desenvolver formulações, treinar funcionários e obter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).